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EBD COM PROPOSITO 2

vem ai 3 trimestre 2021

103 anos Das Assembleia de Deus .RN

Lição 09

Lição 09

3 trimestre 2021

Leitura Diária Sábado 10/04/2021

Leitura Diária Sexta-feira 09/04/2021

QUINTA-FEIRA

QUARTA-FEIRA

LEITURA DIARIA TERÇA-FEIRA

LEITURA DIARIA SEGUNDA -FEIRA

Lição 02 DO SEGUNDO TRIMESTRE DE 2021

Leitura Diária Sábado 03/04/2021

Lição 2°Trimestre 2021

Leitura Diária 27/03/2021

LEITURA DIARIA QUINTA -FEIRA 25/03/2021

Leitura Diária Quita-feira 18 03 2021

Leitura Diária Quarta-feira

Lição 06

Leitura Diária

chamada de vídeo classe adulta

chamada de vídeo classe jovens

segunda-feira, 27 de abril de 2020

lição 05

Texto Áureo
“Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo […].” (Ef 2.4,5)
VERDADE PRÁTICA
Por meio da maravilhosa graça divina fomos libertos do pecado, perdoados e salvos da condenação e, ainda, recebemos o direito à vida eterna.
LEITURA DIÁRIA
Segunda – Rm 3.21-23Todos pecaram e encontravam-se longe de Deus
Terça – Is 59.1,2Os pecados nos afastam de Deus e impedem as nossas orações
Quarta – Tg 1.15A consequência do pecado é a morte
Quinta – Rm 11.30-32A compaixão divina alcança toda a humanidade
Sexta – Rm 3.24-26Fomos alcançados pelo favor imerecido de nosso Deus
Sábado – Mt 5.13-16Resgatados por Cristo, devemos ser sal da terra e luz do mundo
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Efésios 2.1-10
1 – E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados,
2 – em que, noutro tempo, andastes, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que, agora, opera nos filhos da desobediência;
3 – entre os quais todos nós também, antes, andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também.
4 – Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou,
5 – estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos),
6 – e nos ressuscitou juntamente com ele, e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus;
7 – para mostrar nos séculos vindouros as abundantes riquezas da sua graça, pela sua benignidade para conosco em Cristo Jesus.
8 – Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus.
9 – Não vem das obras, para que ninguém se glorie.
10 – Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas.
HINOS SUGERIDOS: 117, 291, 351 da Harpa Cristã
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OBJETIVO GERAL
Revelar que a graça salvadora de Cristo nos garante a vida eterna.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.
I – Refletir sobre nossa natureza pecaminosa;
II – Explicar que fomos vivificados pela graça de Deus;
III – Informar que nossa salvação vem de Deus e não das obras.
INTERAGINDO COM O PROFESSOR
A Palavra de Deus revela que formos libertos do pecado por meio da maravilhosa graça divina. Por ela, fomos perdoados e salvos da condenação eterna. Assim, em Cristo Jesus, recebemos o direito à vida eterna. Na presente lição, você deve mostrar os relevantes aspectos doutrinários que estão revelados em Efésios 2.1-10. Nessa seção da epístola, o apóstolo Paulo amplia o conceito de libertação do pecado descrevendo-o como um favor imerecido dado por Deus aos salvos a fim de que a nova criatura em Jesus desfrute de uma nova vida com o Salvador.
INTRODUÇÃO
A presente seção da Epístola aos Efésios apresenta relevantes aspectos doutrinários da salvação (2.1-10). Nela, o apóstolo descreve a libertação dos pecados como um favor imerecido dado por Deus aos salvos, a fim de que eles desfrutassem de uma nova vida em Cristo.
PONTO CENTRAL
A graça salvadora de Cristo nos garante a vida eterna.
I – A ANTIGA NATUREZA MORTA EM OFENSAS E PECADOS
No início da Epístola, o apóstolo Paulo lembra que antes da regeneração estávamos mortos em ofensas, pecados e éramos por natureza “filhos da ira” (2.1-3).
  1. Nossa condição anterior. “E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados” diz o primeiro versículo. A palavra “ofensa”, do grego paraptoma, tem o sentido de “passo em falso de forma deliberada”. O termo para pecado é “hamartia”, o qual descreve como “aquele que erra o alvo”. Em vista disso, o homem em sua natureza decaída é diagnosticado como “morto” (2.1), ou seja, uma declaração da real condição das pessoas sem Deus. O conceito é de morte moral e espiritual provocada pelo pecado, que inevitavelmente separa o homem de Deus (Is 59.2; Tg 1.15). Tal qual um corpo inerte, a natureza pecaminosa impede o homem de ouvir e obedecer à voz de Deus. Quem assim vive está morto enquanto “vive” (1 Tm 5.6).
  2. Nossas ofensas e pecados. A má conduta “em que, noutro tempo, andastes” é descrita por Paulo por meio da metáfora do ato de “andar” (2.2a). Refere-se às atitudes erradas adotadas na vida passada do salvo antes da regeneração:
2.1. “Andastes, segundo o curso deste mundo” (2.2b).
Os costumes eram praticados conforme o sistema mundano da época, tais como: a imoralidade, o furto e a mentira (4.22-32). Uma constatação de que o salvo não deve tomar a forma do mundo, relativizar o pecado e muito menos ajustar-se à maneira de viver de seu tempo (Rm 12.2).
2.2. “Andastes, […] segundo o príncipe da potestade do ar” (2.2c). Uma alusão a Satanás que exerce autoridade sobre os poderes do mal (Jo 12.31). Indica que os agentes malignos têm a capacidade de influenciar os homens desobedientes e incrédulos (2 Co 4.4). Mais adiante na Carta, Paulo alerta que a nossa luta é contra tais seres do mal (6.12). Contudo, não é necessário temer, pois Deus exaltou Cristo acima de todos eles (1.21).
Deus não se mostra apenas misericordioso, mas “abundante em misericórdia”.
2.3. “Andávamos fazendo a vontade da carne e dos pensamentos” (2.3).
Refere-se à inclinação para fazer o mal, algo inerente à natureza humana (Gn 6.5). Estão incluídos aqui os pensamentos pervertidos e a prática de todos os desejos desordenados da carne. Como resultado, éramos “filhos da ira”, isto é, condenados e desprovidos do favor divino. Paulo sublinha que essa era a nossa condição (4.18). Entretanto, aprouve ao Pai nos eleger e nos predestinar para “filhos de adoção” (1.5).


sexta-feira, 24 de abril de 2020

LIÇÃO 04

www.ebdcomproposito.com

📖 ```Auxílio aos Adultos```

*2° Trimestre de 2020*

*TEMA:* ```“A IGREJA ELEITA – Redimida pelo Sangue de Cristo e selada com o Espírito Santo da Promessa”.```

*Comentarista:* ```Douglas Baptista```

*Lição 4- A Iluminação Espiritual do crente*

*📜Leitura diária da lição de adultos*

*Comentário- Auxílio ao aluno EBD*
2️⃣4️⃣/0️⃣4️⃣/2⃣0⃣2⃣0⃣
*Sexta- feira- A ressureição de Jesus é a garantia da nossa ressureição.*

*[[1 Ts 4: 14.]] JFA- (ACF)*  *Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou,* ```assim também aos que em Jesus dormem,``` *Deus os tornará a trazer com ele.*

✅ *Sem dúvida, o ponto mais singular da vida de Cristo e por consequência da fé cristã, é a ressurreição de Cristo.* ```Este fato revela a diferença da fé cristã de qualquer movimento religioso e suas doutrinas.```
✅ *A ressurreição de Jesus é, o ponto central da nossa fé e o auge do cumprimento escritural acerca de Sua obra.* ```Não é razoável que alguém creia ou confie, e muito menos que ore a alguém que esteja morto.``` *Se alguém não tem poder sobre sua própria vida, para dá-la ou reavê-la, como poderá ter poder sobre a nossa vida, para guardá-la ou restituí-la a nós?*

✅```Como poderíamos colocar nossa fé e esperança em alguém que tivesse fracassado em vencer a morte?```
*Certamente nós cremos num Salvador Vivo, que passou pela morte, e a venceu, dando Sua vida, e retomando-a.*

*A ressurreição de Jesus é um fato bíblico e comprovadamente histórico.*
```A ressurreição de Jesus é o episódio que dá sentido e significado à fé cristã.```

✅ *Sem ela, como disse o apóstolo Paulo, o cristianismo não teria razão de ser*

*[[1 Co 15: 14.]] JFA (ACF)*  *E, se Cristo não ressuscitou,* logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé.

✅```A ressurreição é o fato que distingue o Cristianismo de toda e qualquer outra religião ou sistema filosófico-religioso; é a verdade que demonstra que Jesus é o Salvador do mundo, a Verdade e a Vida.```

*Vários líderes religiosos deixaram suas marcas e ensinamentos na história da humanidade, porém, todos morreram e seus restos mortais ainda se encontram na sepultura.* ```Somente o túmulo de Jesus encontra-se vazio, e a respeito dEle os anjos disseram:```
*[[Mt 28: 6.]] JFA (ACF)*  *Ele não está aqui, porque já ressuscitou,* como havia dito. Vinde, vede o lugar onde o Senhor jazia.

✅ *Deus garantiu que o corpo do Senhor Jesus Cristo não veria a corrupção, não se deterioraria* (Sl 16:10); ```essa profecia cumpriu-se em sua ressurreição``` (At 2:24-30).

✅ *O corpo que foi crucificado, não pôde ficar na sepultura.* ```Jesus apresentou-se aos seus discípulos, dizendo ser Ele mesmo, e não uma aparição fantasmagórica.``` *Isso prova que a sua ressurreição não foi em espírito.*

```Ele não era um espírito desencarnado. A ressurreição de Jesus foi literal e física; Ele ressuscitou em carne e osso``` (Lc 24:39,40).

✅ *Em sua primeira Carta aos Coríntios o apóstolo Paulo assevera que toda a fé cristã é falsa se a ressurreição de Jesus não aconteceu de forma corpórea* (1Co 15:14,15).

*O QUE É RESSURREIÇÃO*

✅```Sentido original.```  *Duas palavras gregas αναστασις* (anastasis e egeiró) ```definem o termo ressurreição.```
*Elas claramente indicam “tornar à vida”, “levantar-se”, “erguer-se”, “despertar”, “acordar”.*

✅```Sentido doutrinário.```  *Ressurreição é a outorga da vida ao que havia se extinguido fisicamente.*
```E o ato do levantamento daquilo que havia estado no sepulcro.``` *Várias vezes nos deparamos com a expressão “ressurreição dos mortos“*
```Porém, quando se refere aos justos, a expressão no original é restritiva e se traduz por “ressurreição de entre os mortos”.```
*A expressão “de entre os mortos” quer dizer os mortos tirados do meio de outros mortos.*

*CONCLUSÃO*
✅```A ressurreição de Jesus é a principal prova de que a fé cristã é a verdadeira,``` *de que o caminho para a salvação é Jesus, é o fundamento da nossa fé e é o motivo da esperança que faz com que o crente não se desespere ao ver a partida de um irmão em Cristo.* ```Assim como Jesus ressuscitou, também os crentes que morrerem antes da volta do Senhor ressuscitarão``` (1Co 15:51-54).

*Ele prometeu que todos os Seus com Ele viveriam para sempre nas moradas celestiais que Ele haveria de preparar (João 14:1-3).* ```Assim como Cristo, também venceremos as ânsias da morte para estarmos com o Senhor para sempre``` (1Ts 4:17). *Vem Senhor Jesus!*

quarta-feira, 22 de abril de 2020

terça-feira, 21 de abril de 2020

LEITURA DIÁRIA TODOS OS DIAS COM O IRMÃO ARI.


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Leitura Diária



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26 de Abril de 2020
Texto Áureo
“Para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê em seu conhecimento o espírito de sabedoria e de revelação.” (Ef 1.17)
VERDADE PRÁTICA
A vocação do crente inclui a herança de preciosas riquezas conferidas aos eleitos pela grandeza do poder de Deus.
LEITURA DIÁRIA
Segunda – 1 Co 2.14,15 As coisas espirituais são discernidas espiritualmente
Terça – 1 Co 13.12 O crente tem a promessa de conhecer a Deus face a face
Quarta – 2 Pe 1.4 O poder divino é capaz de transformar o homem
Quinta – 1 Co 15.56,57 O triunfo sobre a morte está assegurado aos salvos
Sexta – 1 Ts 4.14 A ressurreição de Jesus é a garantia da nossa ressurreição
Sábado – Mt 16.18 Nenhuma potestade do ar pode prevalecer contra a Igreja
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Efésios 1.15-23
15 – Pelo que, ouvindo eu também a fé que entre vós há no Senhor Jesus e o vosso amor para com todos os santos, 
16 – não cesso de dar graças a Deus por vós, lembrando-me de vós nas minhas orações,
17 – para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê em seu conhecimento o espírito de sabedoria e de revelação,
18 – tendo iluminados os olhos do vosso entendimento, para que saibais qual seja a esperança da sua vocação e quais as riquezas da glória da sua herança nos santos
19 – e qual a sobre-excelente grandeza do seu poder sobre nós, os que cremos, segundo a operação da força do seu poder,
20 – que manifestou em Cristo, ressuscitando-o dos mortos e pondo-o à sua direita nos céus,
21 – acima de todo principado, e poder, e potestade, e domínio, e de todo nome que se nomeia, não só neste século, mas também no vindouro.
22 – E sujeitou todas as coisas a seus pés e, sobre todas as coisas, o constituiu como cabeça da igreja,
23 – que é o seu corpo, a plenitude daquele que cumpre tudo em todos.
HINOS SUGERIDOS: 300, 311, 491 da Harpa Cristã
“300 NOSSA ESPERANÇA”
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OBJETIVO GERAL
Esclarecer a dimensão de nossa chamada, as riquezas da herança divina e a grandeza do poder de Deus.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.
I – Destacar a vocação e as riquezas da glória inclusas na herança divina;
II – Salientar a grandiosidade do poder divino que opera em favor dos crentes;
III- Expressar o exemplo de exaltação em Cristo.
INTERAGINDO COM O PROFESSOR
O plano de salvação divina revela uma santa vocação, as riquezas da herança divina e a grandeza do poder de Deus. Uma vez salvos, somos vocacionados para a santidade, o serviço e a participação gloriosa no porvir. Uma vez salvos, desfrutamos das riquezas da glória divina experimentando o perdão dos pecados, a adoção de filhos e as bênçãos a ser desfrutadas no porvir. Uma vez salvos, seremos glorificados a exemplo de Cristo Jesus. Nesta lição, estudaremos as bênçãos espirituais e a profunda esperança que cada crente deve guardar em Cristo.
INTRODUÇÃO
Ainda no primeiro capítulo, o apóstolo Paulo inicia uma longa sentença assim dividida: ação de graças (1.15,16), oração intercessora (1.17-19) e confissão de louvor e exaltação (1.20-23). Nessa sentença somos exortados a louvar ao Senhor pela nossa eleição, buscar a iluminação do Espírito para compreender a dimensão de nossa chamada e herança divina, bem como entender a grandeza do poder de nosso Deus.
PONTO CENTRAL
A herança de preciosas riquezas espirituais conferidas aos eleitos faz parte da vocação do crente.
I – A ESPERANÇA DA VOCAÇÃO E AS RIQUEZAS DA GLÓRIA
O apóstolo ensina que os salvos precisam ser iluminados para compreenderem quais são a esperança da vocação e as riquezas da glória da sua herança.
   1. Ação de graças e intercessão. O apóstolo se alegra em dar graças a Deus pela vida dos eleitos (1.16) e por todas as bênçãos espirituais recebidas, tais como: a eleição, a predestinação, a filiação e o dom do Espírito Santo (1.3-14). Ele intercede para que seja concedido aos seus leitores “o espírito de sabedoria e de revelação” (1.17). Paulo estava ciente de quão maravilhoso é o Evangelho, mas ao mesmo, de quão impossível é alguém perceber a glória dessas boas novas sem ser ensinado por Deus (1 Co 2.14,15). Por isso, ele rogava para que os crentes recebessem a capacidade de compreenderem, por meio do Espírito Santo, a esperança da chamada, as riquezas da herança e a grandeza do poder de Deus (1.18,19).
    2. A esperança da vocação. Em sua petição a Deus, Paulo intercede para que o Espírito Santo ilumine os crentes a fim de saberem “qual seja a esperança da sua vocação” (1.18). Assim, eles seriam capazes de experimentar e conhecer profunda e espiritualmente os privilégios de serem vocacionados. Podemos dizer que tal esperança divide-se em pelo menos três aspectos: a) Deus chamou pessoas no passado (2 Tm 1.9), ou seja, uma chamada em que Ele teve a iniciativa por meio da eleição em Cristo, da qual fazemos parte (1.3-14); b) a chamada abrange serviço e santificação no presente (Fp 3.14), isto é, achar-se irrepreensível, viver em comunhão e andar de modo digno (1.4; 2.11-18; 4.1); c) a participação gloriosa no futuro (5.27), que compreende a vida eterna e a esperança de conhecer Deus face a face (1 Co 13.12).
  3. As riquezas da glória da sua herança. Na oração, o apóstolo pede para que os crentes entendessem “as riquezas da glória da sua herança” (1.18). A expressão “sua herança” enfatiza o que Deus deu aos seus eleitos (Cl 1.12). Já o termo “riquezas” refere-se às maravilhosas bênçãos que acompanham o plano da salvação, tais como: o perdão dos pecados, a adoção de filhos e as bênçãos que serão desfrutadas no porvir (Cl 1.27; 1 Pe 1.4,5), como por exemplo: vermos a Deus, a Cristo e O adorarmos (Ap 22.3,4). Sim, no dia aprazado, os fiéis estarão reunidos nas bodas do Cordeiro (Ap 19.7-9). Então, os salvos tomarão posse da herança preparada desde a fundação do mundo (Mt 25.34).
SÍNTESE DO TÓPICO I
Os santos devem louvar a Deus pela eleição e ser iluminados para conhecer a esperança do chamado e as riquezas que fazem parte de nossa herança.
SUBSÍDIO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO
É importante introduzir esta aula lendo com a classe os versículos 15-17. Esses versículos retratam a ação de graças e a intercessão apostólica. Para introduzir este tópico, além do texto do comentário, leve em conta o seguinte fragmento de texto: “Será muito importante observar o relacionamento entre 1.3-14 e 1.15-23. O primeiro representa um profundo hino de louvor pelas bênçãos redentoras de Deus em Cristo; o último é uma oração de intercessão para que os olhos espirituais dos
Sim, no dia aprazado, os fiéis estarão reunidos nas bodas do Cordeiro. Então, os salvos tomarão posse da herança […].
 crentes se abram para, através da experiência, alcançarem a compreensão da plenitude dessas bênçãos. Dessa forma, Paulo faz junção do louvor com a oração, da adoração com a intercessão, como dois componentes necessários ao verdadeiro conhecimento de Deus” (ARRINGTON, French L.; STRONSTAD, Roger (Eds.). Comentário Bíblico Pentecostal Novo Testamento. Vol.2. Rio de Janeiro: CPAD, 2017, p.403).
II – A SOBRE-EXCELENTE GRANDEZA E FORÇA DO PODER DIVINO
O poder divino é imensurável e nada pode detê-lo. Em sua Carta, Paulo se esmera no esforço de traduzir a grandiosidade e a eficácia desse poder que opera em favor dos crentes.
   1. A sobre-excelente grandeza do seu poder. O apóstolo orou para que os salvos pudessem entender a “sobre-excelente grandeza do poder de Deus” (1.19). Perceba que a palavra “sobre-excelente” é traduzida do grego uperballõ, que na forma adjetivada significa “extraordinário” (2 Co 4.7). Já a expressão seguinte, megethos (grandeza), objetiva enaltecer a magnitude do poder de Deus que a tudo sobrepuja (Mt 26.64).
  O termo dunamis, aqui traduzido por “poder”, indica feitos miraculosos que requerem força “fora de medida” (At 8.13). Logo, a repetição desses termos indica que apenas o maior de todos os poderes é capaz de realizar a transformação e a salvação do homem (2 Pe 1.4); e que somente um poder tão grande assim pode operar e concretizar as bênçãos inclusas na “esperança da vocação” e nas “riquezas da herança” (1.18).
   2. A força do poder divino. Na sentença “segundo a operação da força do seu poder” (Ef 1.19), o apóstolo faz uso de três vocábulos gregos concordes entre si. Primeiro, a palavra “operação”, que é a tradução de energeia, e também significa “eficácia”, sinalizando a ideia de “poder em atividade” (Cl 1.29).
Segundo, a expressão “força” vem do termo kratos, que traz a ideia de “intensidade”. E, finalmente, ischus, que indica o “poder inerente” de Deus (Jo 1.12; 2 Pe 2.11). A associação desses conceitos revela o poder potencial de Deus que, inerente à sua natureza divina, opera em favor dos que creem. Para aprofundar essa impressionante descrição, Paulo apresenta três exemplos irrefutáveis da força desse poder: (1) A ressurreição de Cristo; (2) sua ascensão à direita de Deus nos céus (1.20); e (3) sua elevação acima de todo o domínio (1.21,22).
SÍNTESE DO TÓPICO II
O poder de Deus é extraordinário e supera todo e qualquer outro poder. Esse maravilhoso poder opera no interesse de salvar a humanidade caída.
SUBSÍDIO TEOLÓGICO
“A NATUREZA DE DEUS
O Deus onipotente não pode ser plenamente compreendido pelo ser humano, mas nem por isso deixou de se revelar de diversas maneiras e em várias ocasiões a fim de que o venhamos a conhecer. Deus não pode ser compreendido pela mera lógica humana, e nem sequer sua própria existência pode ser comprovada desta maneira. Com isso, queremos dizer que não de forma alguma diminuindo os seus atributos, fazendo uma declaração confessional das nossas limitações e da infinitude divina.
Nosso modo de entender a Deus pode ser classificado em duas pressuposições primárias:
(1) Deus existe; e (2) Ele se revelou a nós de modo adequado através da sua revelação inspirada.
[…] Além disso, Deus está sustentando ativamente o mundo que criou. Na conservação, Ele sustenta a criação através de leis estabelecidas (At 17.25). Na providência, Ele controla todas as coisas existentes no Universo, com o propósito de levar a efeito seu plano sábio e amoroso, de forma que não venha a interferir na liberdade das suas criaturas (Gn 20.6; 50.20; Jó 1.12; Rm 1.24)” (HORTON, Stanley (Ed.). Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2018, pp.151,53).
III – CRISTO: NOSSO EXEMPLO DE EXALTAÇÃO
Nesse ponto veremos três aspectos da exaltação de Cristo que atestam a grandiosidade do Poder de Deus disponível também aos crentes.
   1. Cristo: As primícias dos que dormem. Paulo enfatiza que o poder de Deus se “manifestou em Cristo, ressuscitando-o dos mortos” (1.20). De fato, o Novo Testamento descreve a ressurreição de Cristo como obra do poder de Deus Pai (At 2.24; 3.26; 17.31). Ao ressurgir dentre os mortos, Cristo foi feito as primícias dos que dormem (1 Co 15.20-22).  Assim sendo, a ressurreição de Jesus é a garantia de que seremos ressuscitados (1 Ts 4.14). O mesmo poder que ressuscitou a Cristo está disponível também aos salvos (2.6). Desse modo, os crentes vencerão a morte e se erguerão gloriosamente de seus sepulcros para reinarem com Cristo eternamente (Jo 5.28,29; Fp 3.20,21).
   2. Cristo elevado à direita de Deus. Paulo reforça o poder de Deus quando da elevação de Cristo ao trono: “Pondo-o à sua direita nos céus” (1.20). Aqui está em foco à ascensão de Cristo em referência a promessa messiânica (Sl 110; At 1.6). O grau de exaltação para uma posição de honra e autoridade indica o completo triunfo de Cristo sobre o pecado e as forças do mal (Fp 2.9-11; Cl 2.15). Esse triunfo também está assegurado aos salvos (1 Co 15.56,57) e endossa nossa participação na vida celestial, conforme indica a expressão “nos fez assentar nos lugares celestiais” (2.6). Assim, tanto a ressurreição como à ascensão de Cristo são obras do poder do Pai.
  3. Cristo exaltado sobremaneira. Nesse ponto, Paulo ensina que o poder de Deus exaltou Cristo “acima de todo o principado, e poder, e potestade, e domínio, e de todo o nome que se nomeia” (1.21). Significa que Ele foi exaltado acima de toda eminência do bem e do mal e de todo título que se possa conferir nessa era e também no porvir. O resultado desse triunfo traz duplo benefício para a Igreja: primeiro, que Deus fez Cristo o cabeça da Igreja (1.22); e, segundo, que Deus designou a Igreja para ser a expressão plena de Cristo (1.23). Isso significa que nenhum poder pode prevalecer contra a Igreja do Senhor (Mt 16.18).
  Assim sendo, a ressurreição de Jesus é a garantia de que seremos ressuscitados (1 Ts 4.14).
SÍNTESE DO TÓPICO III
Tanto a ressurreição como o assentar-se nos céus está disponível aos crentes, e de semelhante modo à glorificação por meio do grande poder de Deus.
SUBSÍDIO TEOLÓGICO
“A ênfase no Novo Testamento recai mais na ressurreição do corpo do que naquilo que acontece imediatamente depois da morte. A morte continua sendo uma inimiga, mas já não é para ser temida (1 Co 15.55-57; Hb 2.15). Para o crente, o viver é Cristo e o morrer é lucro; isto significa que morrer é receber mais de Cristo (Fp 1.21). Logo, morrer e estar com Cristo é muito melhor que permanecer no corpo presente, embora devamos ficar aqui enquanto Deus considera que isso seja necessário (Fp 1.23,24). Depois disso, a morte nos trará o repouso ou cessação das nossas labutas e sofrimentos terrestres, e a entrada na glória (2 Co 4.17; 2 Pe 1.10,11; Ap 14.13)” (HORTON, Stanley (Ed.). Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2018, p.621).
CONCLUSÃO
Embevecido com as bênçãos espirituais, Paulo mantém adoração contínua ao Eterno Deus, atitude que deve ser seguida por todos os salvos. A compreensão das dádivas da salvação demonstra o excelso valor daquilo que Deus fez por nós. Seus atos poderosos viabilizam a transformação e a glorificação dos que creem. Aleluia!
PARA REFLETIR
A respeito de “A Iluminação Espiritual do Crente”, responda:
• Quais são as bênçãos espirituais recebidas que o autor destaca na lição?
A eleição, a predestinação, a filiação e o dom do Espírito Santo (1.3-14).
• Segundo a lição, qual o motivo da oração de Paulo pelos salvos?
O apóstolo orou para que os salvos pudessem entender a “sobre-excelente grandeza do poder de Deus” (1.19).
• Cite os três exemplos irrefutáveis que Paulo apresenta acerca da “força do poder” de Deus.
Paulo apresenta três exemplos irrefutáveis da força desse poder: (1) A ressurreição de Cristo; (2) sua ascensão à direita de Deus nos céus (1.20); e (3) sua elevação acima de todo o domínio (1.21,22).
• Segundo a lição, como o Novo Testamento descreve a ressurreição de Cristo?
O Novo Testamento descreve a ressurreição de Cristo como obra do poder de Deus Pai (At 2.24; 3.26; 17.31).
• Qual o duplo benefício que o triunfo de Cristo traz a Igreja?
O resultado desse triunfo traz duplo benefício para a Igreja: primeiro, que Deus fez Cristo o cabeça da Igreja (1.22); e, segundo, que Deus designou a Igreja para ser a expressão plena de Cristo (1.23).

MÉTODOS DE ENSINO PARA EBD