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EBD COM PROPOSITO 2

vem ai 3 trimestre 2021

103 anos Das Assembleia de Deus .RN

Lição 09

Lição 09

3 trimestre 2021

Leitura Diária Sábado 10/04/2021

Leitura Diária Sexta-feira 09/04/2021

QUINTA-FEIRA

QUARTA-FEIRA

LEITURA DIARIA TERÇA-FEIRA

LEITURA DIARIA SEGUNDA -FEIRA

Lição 02 DO SEGUNDO TRIMESTRE DE 2021

Leitura Diária Sábado 03/04/2021

Lição 2°Trimestre 2021

Leitura Diária 27/03/2021

LEITURA DIARIA QUINTA -FEIRA 25/03/2021

Leitura Diária Quita-feira 18 03 2021

Leitura Diária Quarta-feira

Lição 06

Leitura Diária

chamada de vídeo classe adulta

chamada de vídeo classe jovens

domingo, 28 de junho de 2020

lição 3° Trimestre leitura Diária









    


O despertamento espiritual

“Por isso é que foi dito: Desperta, ó tu que dormes, levanta-te dentre os mortos e Cristo resplandecerá sobre ti”. (Efésios 5:14).


 O DESPERTAMENTO ESPIRITUAL

INTRODUÇÃO:

Certamente, todos já ouvimos a famosa expressão: “não durma no ponto”. Pois bem, aprendi literalmente seu sentido com duras penas. Certo dia, em determinado terminal rodoviário enquanto aguardava ansiosamente o tão esperado ônibus, acabei cochilando por alguns minutos e ao despertar, logo percebi que tinha perdido o seu horário e consequentemente atrasei minha viagem por longas e deprimentes horas, situação extremamente constrangedora. A grande lição assimilada, é que quando estamos com viagem marcada não podemos dormir no ponto.

O apostolo Paulo exorta veementemente a igreja cristã a viver urgentemente um verdadeiro despertamento, tal repreensão nos leva a entender que existe uma espécie de “sonolência espiritual” que tende a se apoderar do povo de Deus. Vejamos alguns exemplos de tais sonolências registrados na bíblia:

O sono da imprudência: A sonolência de Sansão. (Jz 16.19).    “Tal sono lhe custou a moral, honra, força e por fim a própria vida”.

O sono da indiferença: A sonolência de Jonas. (Jn 1.5).    “Tal sono lhe custou tensas tempestades e terríveis prejuízo aos que estavam em sua companhia”.                                                                                                             

O sono da displicência: A sonolência dos apóstolos. (Lc 22.43 – 46).  “Tal sono lhe custaram o privilegio de contemplarem uma visão celestial e angelical”.                                                                                                          

O sono da distração: A sonolências de Êutico. (At 20.09).   “Tal sono lhe custou uma horrível queda e consequentemente sua própria vida”.                                                                                                                                    

Tais sonolências resultam diretamente da indolência humana que tende a negligenciar a importância e seriedade do reino de Deus. Por esse mesmo motivo, o apostolo Paulo enfaticamente nos convoca para vivermos um autentico despertamento espiritual.

 

TEMA:                                                             DESPERTAMENTO ESPIRITUAL

 

Como podemos e devemos nos despertar?

          I.       ANDANDO PRUDENTEMENTE:

“Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios”. (Ef 5:15).

A.     Andando em espírito:

“Digo, porém: Andai em Espírito, e não cumprireis a concupiscência da carne”.( Gl 5:16).

B.     Andando na luz:

“Porque noutro tempo éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor; andai como filhos da luz”.  (Ef 5:8).

         II.       REMINDO O TEMPO:

“Remindo o tempo; porquanto os dias são maus”. (Ef 5:16).

 A.     Conhecendo o tempo:

“E isto digo, conhecendo o tempo, que já é hora de despertarmos do sono; porque a nossa salvação está agora mais perto de nós do que quando aceitamos a fé”.  (Rm 13:11).

B.      Discernindo o tempo:

“Hipócritas, sabeis discernir a face do céu, e não conheceis os sinais dos tempos?” (Mt 16:3a).

        III.       COMPREENDENDO A VONTADE DO SENHOR:

“Portanto, não sejam insensatos, mas procurem compreender qual é a vontade do Senhor”. (Ef 5:17).

A.     Fazendo a vontade do Senhor:

“para que, no tempo que lhe resta, não viva mais para satisfazer os maus desejos humanos, mas sim para fazer a vontade de Deus”. (I Pe 4:2).

B.     Experimentando a vontade de Deus:

“… para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus”. (Rm 12:2). 

       IV.       ENCHENDO-SE DO ESPÍRITO SANTO:

“E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito”. (Ef 5:18).

A.     Louvando de coração ao Senhor:

“Falando entre si com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando e louvando de coração ao Senhor”. (Ef 5:19).

B.     Dando graça por tudo ao Senhor:

“Dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo”. (Efésios 5:20).

“Em tudo dai graças; porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.” (I Ts 5.18).

CONCLUSÃO:

Existem diversas advertências bíblicas contra a sonolência espiritual, somos constantemente exortados a vivermos em plena sobriedade: “Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos, e sejamos sóbrios”. (I Ts 5.6). Infelizmente, alguns se encontram espiritualmente dormindo na indolência da insensibilidade, insensatez e inatividade.

O inimigo (ladrão) age justamente quando estamos dormindo ou cochilando, é exatamente onde ocorrem os maiores assaltos aos lares e terríveis acidentes no transito. Desperta igreja para não ser extorquida e usurpada pelo inimigo, desperta igreja para não sofrer trágicas e desastrosas colisões na estrada da vida.

É tempo de nos despertarmos para que o Senhor quando vier não nos encontre adormecidos. “Para que, vindo de improviso, não vos ache dormindo”. (Mc 13:36). Quando estamos de viagem marcada não podemos dormir no ponto. Desperta igreja, levanta-te e Cristo te resplandecerá.

terça-feira, 23 de junho de 2020

lição jovens 13




28 de Junho de 2020

 

TEXTO DO DIA

“Serviu, pois, Israel ao SENHOR todos os dias de Josué e todos os dias dos anciãos que ainda viveram muito depois de Josué e que sabiam toda a obra que o SENHOR tinha feito a Israel.” (Js 24.31)

 

SÍNTESE

Deus é fiel, embora sejamos infiéis e, por isso, Israel continua sendo alvo do seu terno amor e  cuidado.

 

Agenda de leitura

SEGUNDA – Gn 6.18 A aliança de Deus com a família de Noé

TERÇA – Gn 12.1-9 A aliança de Deus com Abraão

QUARTA – Lv 26.42 A aliança de Deus com os patriarcas

QUINTA – Êx 34.10 A aliança de Deus com Moisés

SEXTA – Js 24.14-25 A aliança de Deus com Josué

SÁBADO – Hb 7.22; 8.6 Jesus, o fiador de uma melhor aliança

  

lição 13 jovens





Objetivos

I – MOSTRAR  como aconteceu a assembleia de despedida e o discurso de Josué, em Siló;

II – COMPREENDER como aconteceu a assembleia perante Deus, em Siquém, os pontos do discurso profético, a renovação da aliança e o fim de um ciclo histórico;

III – APRENDER acerca da história recente de Israel, seu ressurgimento como Estado, conflitos perspectivas.

 

segunda-feira, 22 de junho de 2020

lição 13




SUBSÍDIO PEDAGÓGICO

 
Professor(a), reproduza no quadro o esquema abaixo. Leia o texto bíblico com os alunos e apresente as partes da armadura e sua função. Explique que a imagem que o apóstolo utiliza é a de uma vestimenta militar romana. Reforce o fato de que a armadura espiritual é indispensável ao crente na luta diária contra as muitas ciladas do Inimigo.
 


 
CONCLUSÃO
 
A vitória da Igreja de Cristo contra as forças do mal é garantida pela sobre-excelente grandeza do poder de Deus (1.19). Os ardis de Satanás não podem ser subestimados, porém, o reino das trevas não deve amedrontar o cristão. A Escritura convoca o salvo a combater e a vencer as potestades do ar, revestido com a armadura de Deus (6.11).

quarta-feira, 17 de junho de 2020

lição 12

*Liberdade, não* *libertinagem (Gl 5:13)*

*Gálatas* 📖5:13 marca uma importante mudança nessa epístola. Ao passo que até esse ponto Paulo havia se concentrado exclusivamente no conteúdo teológico de sua mensagem, ele agora se voltou para a questão do *comportamento* *cristão.1*
 De acordo com Gálatas 5:13, que possível abuso da liberdade Paulo queria evitar que os Gálatas cometessem?”1
Gálatas (5:13 ARA)2: “Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis, então, da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor.”
“Paulo estava consciente dos potenciais equívocos que acompanhavam sua ênfase na graça e na liberdade que os cristãos têm em Cristo (Rm 3:8; 6:1, 2). O problema, entretanto, não era o evangelho de Paulo, mas a tendência humana de ceder às próprias inclinações. As páginas da história estão repletas de relatos sobre *pessoas, cidades e nações* cuja corrupção e declínio ao caos moral estavam diretamente relacionados à sua falta de domínio próprio. Quem já não sentiu essa tendência na própria vida? Foi por isso que Paulo apelou aos seguidores de Jesus para que não satisfizessem a vontade da carne. Na verdade, ele queria que eles fizessem o contrário, como está no verso 13: ‘Sirvam uns aos outros mediante o amor’ (NVI). Toda pessoa que serve aos outros por amor sabe que isso só pode ser feito mediante a morte para o eu e para a carne. Os que se entregam aos desejos da carne não tendem a servir aos outros.”
“Assim, nossa liberdade em Cristo não é meramente uma libertação da escravidão do mundo, *mas um chamado para um novo tipo de serviço*, a responsabilidade de servir aos outros por amor. É ‘a oportunidade de amar o próximo sem obstáculos, a possibilidade de criar comunidades com base na doação mútua e não na busca de poder e status’ (Sam K. Williams, Galatians [Gálatas], Nashville, Tennessee: Abingdon Press, 1997, p. 145).”1
“Devido à nossa familiaridade com o *cristianismo* e o estilo de linguagem das traduções modernas de Gálatas 5:13, é fácil ignorar o poder surpreendente que essas palavras devem ter transmitido aos gálatas. Em primeiro lugar, na língua grega, essas palavras indicam que o amor que motiva esse tipo de serviço não é o amor humano comum – isso seria impossível; o amor humano é muito condicional. Em segundo lugar, o uso que Paulo fez do artigo ‘o’ (NVI) antes da palavra amor, em grego, indica que ele estava se referindo ao amor divino; o amor que recebemos unicamente por meio do Espírito (Rm 5:5). A verdadeira surpresa está no fato de que a palavra traduzida por ‘servir’ é a palavra grega para ‘ser escravizado’. Nossa liberdade não é para nossa autonomia própria, mas para a escravidão mútua de uns para com os outros, com base no amor de Deus.”

quinta-feira, 11 de junho de 2020

link do grupo ebd com propósito

https://chat.whatsapp.com/CQS7i3EY6801g5gNh6kaGt

LEITURA DIÁRIA

*Um dos fatores  imprescindíveis para um efeito processo de ensino-aprendizagem é  transmitir o conhecimento não apenas na teoria, mas também de forma prática. Assim o Mestre ensinava a palavra,acompanhada de atitudes.pergunte aos alunos se eles o enxergam com um exemplo de humildade, mansidão e Longanimidade. Faça essa reflexão para concluir a aula na classe. Afirme que,evidentemente, até ao dia de nossa partida para a Eternidade necessitamos melhorar.E esse é um dos propósitos de nos reunimos na Escola Dominical. Que juntos possamos nos acolher e aprimorarmos-nos mutuamente,sem um ambiente de competições ou julgamentos. Lições biblicas/Professor.*





segunda-feira, 8 de junho de 2020

Lição 11

Dc.Arimateia.
0️⃣8️⃣/0️⃣6️⃣/2️⃣0️⃣2️⃣0️⃣
Facebook 
*EBD COM PROPÓSITO*
*www.ebdcomproposito.com*


*ANDANDO NA UNIDADE*

 DA FÉ (Ef 4.1-6, 13)

_A unidade é o requisito básico para a edificação da igreja – o Corpo de Cristo. , o apóstolo Paulo usa a expressão_*“rogo-vos,* irmãos”. Rogar é muito mais que pedir.
 simplesmente, e implorar com veemência. O apelo de Paulo revela a sua preocupação em preservar o Corpo de Cristo – a igreja, através da unidade dos seus membros. Fomos chamados para representar um Deus de amor. Se verdadeiramente cremos no Senhor, precisamos viver de tal maneira que o Seu nome seja honrado por nós, e a forma de vivermos dignamente no Corpo de Cristo é andando na unidade da fé. Já temos a unidade do Espírito, pois é o mesmo que habita em cada um de nós. Tão somente precisamos preservá-la. Assim nos diz a Bíblia: “Procurando *guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz”* (Ef 4.3). A Palavra de Deus nos ensina que “há um só Corpo e um só Espírito, um só Senhor, uma só fé, um só batismo.” Isto é: para alcançarmos a unidade da fé precisamos ser um só no Senhor (Ef 4.4-6). Quando andamos na unidade da fé, a igreja vive protegida contra as investidas do inimigo. Não vive na unidade da fé aquele que não vive a vida da igreja e que não tem nenhum compromisso com o ministério, andando sem a cobertura de uma liderança. Quando se vive assim é fácil ser enganado

2. *PASSOS PARA VIVER EM UNIDADE*

📚_HUMILDADE_

Precisamos ter a capacidade de sabermos o conceito que temos de nós mesmos. Uma pessoa humilde sabe reconhecer as suas falhas. É uma pessoa na qual se vê a ausência da prepotência e da arrogância em sua maneira de viver.

📚_MANSIDÃO_

Ter brandura no falar e no agir. Quem é manso fala de maneira correta e sem ofender as pessoas no momento em que se resolve alguma questão. É ter controle de uma situação quando todos estão impacientes. É saber controlar a ira e ficar calado no momento em que é preciso só ouvir.

📚_AMOR_

Viver a unidade em amor é a opção mais nobre para manter uma igreja saudável e atrair pessoas para Cristo. Quem ama vive a dimensão do perdão, suporta, compreende e vive em perfeita comunhão com os outros.

*CONCLUSÃO*

Nada deve quebrar a nossa união. A comunhão é gerada a partir de uma vida em unidade. Viver em unidade é nobre e glorifica o nome do Senhor. Amém!

domingo, 7 de junho de 2020

LIÇÃO 11 do Segundo Trismetre de 2020

*www.ebdcomproposito.om*
*Grupo privado no* Facebook. 
EBD COM PROPÓSITO*
 
Lições CPAD Jovens e Adultos » Sumário Geral » Adultos 2020 » 2º Trimestre

LIÇÕES BÍBLICAS CPAD

ADULTOS

 


2º Trimestre de 2020

 
Título: Igreja Eleita — Redimida pelo Sangue de Cristo e selada com o Espírito Santo da promessa
Comentarista: Douglas Baptista
 
*Lição 11: Atributos da* *Unidade da fé:* *humildade, mansidão e* *longanimidade*
Data: 14 de Junho de 2020*
 
 

 
Roteiro do vídeo — Lição 11.
 
Sumário da Lição a respeito do Fruto do Espírito.
 

TEXTO ÁUREO

 
“Rogo-vos, pois, eu, o preso do Senhor, que andeis como é digno da vocação com que fostes chamados” (Ef 4.1).
 

VERDADE PRÁTICA

 
A unidade na Igreja depende de que os crentes evidenciem no cotidiano a humildade, a mansidão e a longanimidade.
 

*LEITURA DIÁRIA*

Segunda — Ef 4.1,2
A unidade da igreja é a consequência de um viver humildade, manso e longânimo
 
Terça — Fp 2.5-8
Jesus Cristo, a maior expressão de humildade
 
Quarta — Mt 11.29
Jesus Cristo, manso e humildade de coração
 
Quinta — Gl 2.20
A mansidão se revela quando Cristo vive em nós
 
Sexta — Sl 86.15; Na 1.3
Se não fosse a longanimidade do Senhor, o que seria de seu povo?

Sábado — 1Co 1.10
A unidade dos cristãos leva a um mesmo pensamento e parecer
 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

 
Efésios 4.1-4; Colossenses 1.9-12.
 
Efésios 4
1 — Rogo-vos, pois, eu, o preso do Senhor, que andeis como é digno da vocação com que fostes chamados,
2 — Com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor,
3 — Procurando guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz.
4 — Há um só corpo e um só Espírito, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação;
 
Colossenses 1
9 — Por esta razão, nós também, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós, e de pedir que sejais cheios do conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e inteligência espiritual;
10 — Para que possais andar dignamente diante do Senhor, agradando-lhe em tudo, frutificando em toda a boa obra, e crescendo no conhecimento de Deus;
11 — Corroborados em toda a fortaleza, segundo a força da sua glória, em toda a paciência, e longanimidade com gozo;
12 — Dando graças ao Pai que nos fez idôneos para participar da herança dos santos na luz.
 

*HINOS SUGERIDOS*💿📻

 
173, 290 e 482 da Harpa Cristã.
 

*OBJETIVO GERAL*

 
Mostrar que a unidade na Igreja de Cristo é o resultado da humildade, mansidão e longanimidade na vida dos crentes.
 

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.
 

I. Explicar que a humildade é uma virtude indispensável para a comunhão;

II. Enfatizar que a mansidão produz crentes que promovem a paz e a conciliação;

III. Frisar que a longanimidade capacita o crente a ser tolerante com as falhas alheias.

 

INTERAGINDO COM O PROFESSOR

 
Independente do tempo de caminhada cristã é imprescindível rememorar que, além da importância dos dons espirituais e ministeriais para a edificação da Igreja, está o fruto do Espírito Santo manifesto por cada crente. Os dons, por mais relevantes que sejam, necessitam estar acompanhados de um caráter transformado, impregnado das características do Mestre Jesus Cristo. Dentre as quais, enfocaremos nesta lição a humildade, a mansidão e a longanimidade. Além de tais virtudes na individualidade evidenciarem uma genuína comunhão com o Salvador, na coletividade reverberam uma convivência madura, pacífica e com legítima unidade do seu Corpo.
 

COMENTÁRIO

 
INTRODUÇÃO
 
Após concluir a oração intercessória em favor da Igreja e, ao mesmo tempo, estimular os cristãos a viverem para a glória de Deus (3.16-21), o apóstolo passa a enfatizar a necessidade da unidade dos crentes (4.1-16). Assim, nesta lição, estudaremos as virtudes fundamentais — humildade, mansidão e longanimidade — que levam a igreja a viver uma perfeita unidade conforme a Palavra de Deus.
 

*PONTO CENTRAL*
 

A genuína unidade da Igreja é o resultado da humildade, mansidão e longanimidade de cada crente.

 
*I. PARA HAVER UNIDADE É PRECISO HUMILDADE*
 
A humildade é uma virtude imprescindível para o fortalecimento da comunhão cristã. Espera-se que os crentes sejam humildes não somente diante de Deus, mas também entre eles.
1. O modo digno do viver cristão. A conduta geral do crente é o destaque dessa seção da Carta. O apelo apostólico é para que os crentes “andem de modo digno da vocação” (4.1), ou seja, a nossa conduta diária deve corresponder à chamada recebida para ser um membro do Corpo de Cristo, a Igreja. Isso pressupõe que o andar do cristão está diretamente relacionado com o nível de unidade que ele tem com Deus e com os irmãos. Nesse sentido, a fim de desenvolver essa unidade, o apóstolo Paulo apresenta três virtudes essenciais: a humildade, a mansidão e a longanimidade (4.2).
2. A humildade. Para os povos pagãos a humildade não era uma virtude; pelo contrário, era considerada uma atitude negativa, fraqueza de caráter e falta de amor próprio. Na vida de Cristo é que a humildade aparece como virtude, pois Ele “não teve por usurpação ser igual a Deus. Mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo” (Fp 2.6,7). No Evangelho de João, nosso Senhor lavou os pés dos apóstolos dando o exemplo de humildade (Jo 13.13-15), mas não de uma humildade movida pela falsa aparência (Is 32.6; Mt 23.28), e sim de uma ação que reconhece a importância e o valor do outro (Fp 2.3).
3. A verdadeira humildade. O que fica claro em Jesus e no ensino do apóstolo Paulo é que a pessoa humilde expressa a modéstia, em oposição ao orgulho e a arrogância (2Co 12.20). Trata-se de uma postura que favorece o bem da coletividade no lugar do egoísmo (Jo 17.21-23). Assim, a verdadeira humildade coopera para a harmonia nos relacionamentos e promove a unidade no Corpo de Cristo (1Co 12.25). Entretanto, é importante ressaltar que esta, e as demais virtudes, são produzidas pelo Espírito Santo que habita no crente (3.16). Não há quem possa desenvolver tal conduta sem que o Espírito Santo o transforme (Gl 5.16).
 
 
*SÍNTESE DO TÓPICO (I)*
A virtude da humildade é produzida no crente por obra do Espírito Santo. Os humildes se portam com simplicidade e cooperam com a unidade da Igreja.


*SUBSÍDIO DIDÁTICO—PEDAGÓGICO*

 
Um dos fatores imprescindíveis para um efetivo processo de ensino-aprendizagem é transmitir o conhecimento não apenas na teoria, mas também de forma prática. Assim o Mestre ensinava a Palavra, acompanhada de atitudes. Pergunte aos alunos se eles o enxergam como um exemplo de humildade, mansidão e longanimidade. Faça essa reflexão para concluir a aula na classe. Afirme que, evidentemente, até ao dia de nossa partida para a Eternidade necessitaremos melhorar. E esse é um dos propósitos de nos reunirmos na Escola Dominical. Que juntos possamos nos acolher e aprimorarmo-nos mutuamente, sem um ambiente de competições ou julgamentos.
 

*II. PARA HAVER UNIDADE É PRECISO MANSIDÃO*
 
A virtude da mansidão produz crentes capacitados a bem gerir os conflitos, promovendo paz e conciliação na igreja local.
1. Mansidão: um fruto do Espírito. A palavra “mansidão” transmite o conceito de “ternura”, “gentileza”, “cortesia” e “paciência” (1Co 4.21; 2Co 10.1; 2Tm 2.25). Essa qualidade é listada nas Escrituras como um dos aspectos do fruto do Espírito (Gl 5.22). A mansidão é um estado que deriva da humildade. O termo indica moderação nas ações, bom trato para com o semelhante e ausência de precipitação. A expressão retrata o caráter de Cristo conforme o Senhor mesmo disse: “Aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração” (Mt 11.29).
2. Grandes exemplos de mansidão: Moisés e Jesus Cristo. Moisés foi reconhecido como o homem mais manso que havia sobre a terra (Nm 12.3). Essa reputação se deu em virtude de o legislador, entre outros aspectos, não revidar nem guardar rancor quando foi atacado pessoalmente (Nm 12.1,2). Nessa mesma perspectiva, Jesus Cristo manteve o autocontrole enquanto era injustamente caluniado (Mt 12.14-21). E, durante seu julgamento, não pronunciou qualquer palavra contra seus acusadores (Mc 15.4,5). Assim, temos o exemplo da mansidão diante das mais difíceis circunstâncias.
3. A verdadeira mansidão. Pessoas com essa virtude são disciplinadas e capacitadas a perseverar na perseguição (Rm 12.12-14), não revidam os maus-tratos sofridos, não se apressam a emitir juízo (Rm 12.17-19), não cedem às provocações nem dão espaço para ressentimentos (Hb 12.15). Essa virtude não significa fraqueza ou inferioridade; pelo contrário, indica o mais seguro controle emocional. Assim, mansidão trata da submissão do homem para com Deus e sua Palavra (Tg 1.21). É a presença do Espírito Santo propiciando suavidade e domínio próprio (Rm 8.10).
4. Mansidão pressupõe conciliação. O comportamento conciliador é a demonstração prática da conduta de quem possui mansidão por meio de uma postura equilibrada diante de circunstâncias adversas (1Pe 2.23). Ele transmite a ideia de pacificação, um meio harmonioso de administrar os conflitos (2Co 2.10). Se todos os crentes de cada igreja desenvolvessem a virtude da mansidão o espírito conflituoso desapareceria. Em lugar de sentimento faccioso, eles apresentariam um espírito manso e conciliador (1Co 1.10).
 
*SÍNTESE DO TÓPICO (II)*
A mansidão também é virtude produzida pelo Espírito Santo. Os mansos são pacíficos e impedem a proliferação de conflitos na Igreja.
 

*SUBSÍDIO VIDA CRISTÃ*

 
Neste tópico é válido refletir que podemos observar nas Sagradas Escrituras exemplos de homens e mulheres de Deus com personalidades e temperamentos distintos, contudo, com a submissão ao Senhor como um fator comum entre eles. Assim, conscientize os alunos que, da mesma maneira, há hoje na igreja pessoas mais sanguíneas, outras mais fleumáticas, coléricas ou melancólicas. Mas todas elas têm o compromisso comum de crucificarem a carne e andarem no Espírito. Portanto, ainda que para alguns a mansidão pareça um desafio maior que para outros, todos temos de buscar incessantemente esta virtude produzida pelo Espírito Santo naqueles que o recebem.
 

*CONHEÇA MAIS*✍🏻

A Mansidão de Jesus
“E. Stanley Jones descreve este aspecto do ministério de Jesus nos termos de ‘o terrível manso’, que tem grande poder e determinação e serviço compassivo. Os mansos são terríveis porque não podem ser comprados ou vendidos; seu serviço aos outros dura mais que o tirano valentão”. Para saber mais leia Comentário Bíblico Pentecostal NT, CPAD, p.38.
 
 
*III. PARA HAVER UNIDADE É PRECISO LONGANIMIDADE PARA O EXERCÍCIO DO PERDÃO*
 
A virtude da longanimidade capacita o crente a ser tolerante com os erros alheios, e assim liberar o perdão aos ofensores.
1. Longanimidade: um fruto do Espírito. Longanimidade tem o sentido de ”paciência”, “tolerância” e “constância” (1Pe 3.20; 2Pe 3.9; Cl 3.12,13). É mais um dos aspectos do fruto do Espírito desenvolvido no crente (Gl 5.22). Em termos gerais essa virtude significa tolerar pacientemente a má conduta dos outros (1Co 6.1-6), tanto que a Bíblia nos ensina a ser “pacientes na tribulação” (Rm 12.12). Assim, suportar os erros dos outros e as adversidades da vida são o lado prático da paciência, pois o próprio Deus é descrito como “longânimo” e “tardio em irar-se” (Sl 86.15; Na 1.3). Contudo, o exercício da paciência requer a virtude do amor, que é o princípio basilar de todas as ações do crente salvo por Cristo (1Co 13.1-7).
2. Suportando uns aos outros. Durante a nossa jornada cristã nos depararemos com múltiplas situações de hostilidade (At 14.22). São nesses momentos conflituosos na igreja que devemos “suportar uns aos outros em amor” (4.2). A expressão indica que, infelizmente, teremos de enfrentar excessos cometidos em nosso meio, como as provocações alheias e atitudes carnais. Estas são comparadas a um “fardo” que devemos suportar por meio da prática do amor.
3. O perdão como premissa do amor. O amor é um atributo divino (1Jo 4.8), o principal aspecto do fruto do Espírito (Gl 5.22). É uma virtude altruísta que nos conduz a tratar aos outros como gostaríamos de ser tratados (Mt 7.12). Desse modo, a tolerância entre irmãos em Cristo deve ser mútua, isto é, amando “ardentemente uns aos outros, com um coração puro” (1Pe 1.22), perdoando e sendo perdoado. Quando esse estilo de vida é adotado pelos crentes, acabam-se as disputas na igreja.
 
 
*SÍNTESE DO TÓPICO (III)*
A longanimidade é qualidade produzida pelo Espírito que capacita o crente a suportar as ofensas sofridas e ainda perdoar o ofensor.
 
 

*SUBSÍDIO VIDA CRISTÃ*

Neste tópico podemos refletir que muito melhor é o homem paciente que o guerreiro, mais vale controlar as emoções e os ímpetos do que conquistar toda uma cidade (cf. Pv 16.32). Sábio é o homem que consegue controlar seu gênio, e sua grandeza está em ser generoso e perdoador com quem o ofende (cf. Pv. 19.11). É o que se amplia no seguinte texto: “O autocontrole é superior à conquista. O sucesso nos negócios, nos estudos, ministério e na vida familiar pode ser arruinado por uma pessoa que perde o controle de seu temperamento. Assim sendo, o autocontrole é uma grande vitória pessoal. Quando sentir que está prestes a explodir, lembre-se que o descontrole pode ocasionar a perda daquilo que você mais deseja” (Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. RJ: CPAD, 1995, pp.853,854).
 

 
CONCLUSÃO
 
Vimos o convite de Paulo aos crentes para um viver digno de uma perfeita unidade. Para garanti-la, mostramos que algumas virtudes são essenciais: a humildade, que fortalece a unidade; a mansidão, que gere os conflitos; a longanimidade, que suporta os erros alheios. Quando os crentes vivem essas virtudes, as dissensões desaparecem e o nome de Jesus Cristo é glorificado (Mt 5.16; 1Co 1.10).
 

*PARA REFLETIR*🤝🏻

 
A respeito de “Atributos da Unidade da Fé: Humildade, Mansidão e Longanimidade”, responda:
 
Qual é o apelo apostólico?
O apelo apostólico é para que os crentes “andem de modo digno da vocação” (Ef 4.1).
 
Onde que a humildade aparece como virtude?
Na vida de Cristo que a humildade aparece como virtude, pois Ele “não teve por usurpação ser igual a Deus. Mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo” (Fp 2.6,7).
 
Que conceitos a palavra “mansidão” transmite?
A palavra “mansidão” transmite os conceitos de “ternura”, “gentileza”, “cortesia” e “paciência”.
 
Cite os dois grandes exemplos de mansidão na Bíblia.
Moisés e Jesus Cristo.
 
Qual é o sentido de longanimidade?
Longanimidade tem o sentido de “paciência”, “tolerância” e “constância”.
 

*SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO*✔️


*ATRIBUTOS DA UNIDADE DA FÉ: HUMILDADE, MANSIDÃO E LONGANIMIDADE*
 
A Carta aos Efésios traz orientações bem práticas para que os crentes cheguem à unidade da fé. Ela mostra claramente que a unidade na Igreja de Cristo é o resultado da humildade, mansidão e longanimidade na vida dos crentes. Esse é o ponto que deve ser mostrado com ênfase ao longo da lição desta semana. Para garantir a unidade da fé, segundo o ensinamento de Efésios, é preciso Humildade, Mansidão e Longanimidade. Para isso que você deve ter outros objetivos bem delineados para atingi-los ao ministrar a lição em classe. O primeiro deles, explicar que a humildade é uma virtude indispensável para a comunhão. O segundo, enfatizar que a mansidão produz crentes que promovem a paz e a conciliação. E, finalmente, o terceiro é frisar que a longanimidade capacita o crente a ser tolerante com os defeitos alheios. Todos esses objetivos trabalham para mostrar o valor destas três grandes virtudes cristãs: Humidade, Mansidão e Longanimidade na manutenção da Unidade da Fé.
 
Resumo e destaques da lição
Nesta lição há uma sentença muito clara em que os tópicos corroboram com ela: A genuína unidade da Igreja é o resultado da humildade, mansidão e longanimidade de cada crente. É indispensável que, nós, os pentecostais, além de enfatizarmos a efusão do Espírito e os dons espirituais, proclamemos com clareza a necessidade de um caráter transformado por Cristo acompanhado de virtudes concretas para fazer a manutenção da unidade da fé na Igreja.
Nesse sentido, o primeiro tópico explica a humildade como uma virtude indispensável à comunhão na igreja. Aqui, é importante que você enfatize que a virtude da humildade é produzida no crente por obra do Espírito Santo. Os humildes se portam com simplicidade e cooperam com a unidade da Igreja.
No segundo tópico, você precisa destacar que a mansidão também é virtude produzida pelo Espírito Santo. Os mansos são pacíficos e impedem a proliferação de conflitos na Igreja. Por isso é uma virtude indispensável à manutenção da unidade da fé.
E o terceiro tópico frisa que a longanimidade capacita o crente a ser tolerante com os defeitos alheios, isto é, uma qualidade produzida pelo Espírito que capacita o crente a suportar as ofensas sofridas e ainda a perdoar o ofensor. Essa virtude é indispensável para sermos tolerantes uns para com os outros conforme Paulo ensina em Romanos 14.
 

EBD

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0️⃣7️⃣/0️⃣6️⃣/2️⃣0️⃣2️⃣0️⃣👇🏼.

*Os meninos em israel começavam a estudar a torá aos 6 anos*. a torá era a lei de Moisés, o pentateuco, os cinco primeiros livros da Bíblia: Gênesis, Êxodo, Levítico, números e deuteronômio. aos 10 anos, ao final do primeiro ciclo de estudos chamado *Beit Sefer*, esses meninos já haviam decorado a torá. a partir daí alguns voltavam para casa e aprendiam o ofício da família, mas os que se destacavam continuavam num segundo estágio, o
*Beit*
 *Talmud*. Continuavam frequentando a escola judaica e estudavam sob a orientação de um rabino, que os adotava para lhes ensinar mais profundamente a torá e suas escolas de in- terpretação. Esses meninos extraordinários eram chamados *talmidim*, plural da palavra hebraica talmid, que o novo testamento traduz como discípulo. *Os meninos talmidim eram a elite intelectual de israel. aos 12 anos já ha- viam decorado todas as Escrituras:*
 os livros históricos, 
os livros poéticos, 
os livros de sabedoria, e todos os livros proféticos. aos 14, debatiam a tradição oral, isto é, a interpretação dos rabinos a respeito da lei. dedicavam a vida à discussão de como colocar em prática a lei de Moisés. Cada rabino tinha sua forma de interpretar a torá. O conjunto de regras e interpretações de um rabino era chamado de “o jugo do rabino”. por exemplo, no tempo de jesus existiam dois rabinos muito famosos e conceituados, Hilel e shamai, e cada um possuía um jugo, isto é, uma interpretação da torá, e seus talmidim. é exatamente nesse contexto que jesus diz: “Eu também tenho um jugo, também tenho uma forma de interpretar a torá, também tenho uma forma de dizer qual é a vontade de deus, também tenho uma interpretação para lhes ensinar como deus deseja que vocês vivam”. Mas jesus é diferente dos rabinos de sua época. Ele diz: “Os rabinos colocam sobre os seus ombros um jugo pesado, exigências absurdas, mas o meu jugo é fácil e o meu fardo é leve de carregar”. Ele faz um convite: “seja meu talmid, faça parte do meu grupo de talmidim”. O convite de jesus se estende a todos e não apenas aos extraordinários. jesus convida pessoas como você e eu. não importa quem você é, não importa a idade, sexo, classe social, o momento de vida em que você está, não importa seu passado, não importa nem mesmo sua religião. jesus está chamando você para andar com ele e ser um de seus discípulos.
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